Grupo Randon

Com mais de 10 mil colaboradores, as Empresas Randon atuam nos seguimentos de implementos rodoviários, autopeças e serviços por meio das unidades Randon Implementos, Randon Veículos, Suspensys, Fras-Le, JOST Brasil, Castertech, Master, entre outras. Há alguns anos algumas empresas do grupo vêm utilizando as soluções Autodesk em seus ambientes de fábrica, chegando mais recentemente a utilizar o conceito de realidade virtual para agilizar a tomada de decisões e os treinamentos de colaboradores.

 

Em duas destas empresas, a Randon Implementos e a Suspensys, isso tem sido feito com o uso da suíte Product Design Collection – especialmente o software Factory Design –, com a obtenção de resultados bastante consistentes. O engenheiro de processos da Randon Implementos, Charles da Luz Pola, lembra que o uso da solução é resultado de um processo iniciado em 2015, quando a área de engenharia de processos decidiu que era hora de atualizar seus sistemas de apoio, até então baseados em tecnologias 2D.

 

“Quando apresentávamos um projeto em 2D, muitas vezes as áreas que deveriam ser envolvidas não entendiam o todo, o que acabava atrasando as aprovações”, conta, lembrando que as informações eram geralmente

apresentadas em planta baixa. Entre 2015 e 2016, a área realizou um processo de pesquisa, buscando uma solução que oferecesse a possibilidade de desenvolvimento de projetos em 3D.

 

Com o suporte da GRAPHO, primeira parceira Autodesk no Brasil, atualmente certificada como Parceiro Gold, a Randon chegou à suíte Product Design Collection, da Autodesk. O parceiro, que trabalha com o Grupo Randon há mais de 30 anos, não apenas vendeu as licenças de software, como também auxiliou no processo de consultoria para identificação da solução mais adequada às suas demandas. “Contratamos a primeira licença em 2017. Começamos com simulações simples em chão de fábrica e, a partir delas, fomos evoluindo”, lembra. Segundo Pola, a solução foi facilmente assimilada pela equipe, uma vez que era baseada no AutoCad, produto que eles já utilizavam e a partir da qual evoluíram para os projetos em 3D.

 

Evolução

A possibilidade de desenvolver projetos em 3D já trouxe ganhos, facilitando a visualização e aprovação destes. A partir de 2018, com a atualização da suíte, o time de engenharia de processos da Randon Implementos passou a contar também com a possibilidade de utilização de funcionalidades de realidade virtual. “Isso nos permitiu mostrar às pessoas envolvidas nos projetos como eles seriam antes mesmo que saíssem do papel. Elas também conseguiam movimentar componentes dentro do layout montado, testando possibilidades”, afirma.

 

Em 2019, uma nova atualização permitiu a inclusão de sons nos ambientes virtuais criados. Até ali, segundo Pola, a Randon utilizava a realidade virtual aplicada a layouts industriais. “Ali já era possível, por exemplo, realizar treinamentos de segurança, colocando funcionários em ambientes e situações de risco simuladas, como incêndios e acidentes”, ressalta, destacando a participação dos colaboradores que, neste modelo, conseguem vivenciar os ambientes.

 

“Usamos a solução para criar um jogo com vários problemas e questões de risco. Ali os funcionários conseguiam, virtualmente, passear pela fábrica e identificar os riscos. Quando não viam, eram orientados pelos profissionais de segurança”, explica.

 

A realidade virtual também foi aplicada no desenvolvimento de novos processos. Por exemplo, antes de qualquer implementação física, todo o maquinário é colocado em um ambiente virtual. Esse ambiente é avaliado pelas áreas de segurança e de manutenção, que conseguem identificar gargalos e problemas de conformidade antes que cheguem aos ambientes físicos. O mesmo ocorre com o desenvolvimento de peças, cujo gabarito é montado no ambiente virtual para avaliação.

 

“Hoje utilizamos nestas quatro frentes: layout industrial, segurança e treinamentos, novos processos e novos equipamentos a serem fabricados”, revela Pola. Ele diz que, na solução da Autodesk, o 3D e a realidade virtual são evoluções do 2D que eles já utilizavam, o que tornou muito fácil a migração.

 

A Suspensys, outra empresa do grupo, também utiliza a suíte Product Design. Há cerca de dois anos a companhia desenvolveu o que chama de sala de inovação, onde uma equipe multidisciplinar, baseada no conceito Kaizen, trabalha na melhoria de processos fabris da companhia. “Estas melhorias vão desde questões ergonômicas até itens relacionados a segurança, eficiência e produtividade”, explicam Alan Cristian Sebben Da Fonseca e Juliano Gambirazio Oliveira, analistas de processos da Suspensys.

 

A partir de simulações realizadas em 3D e com o uso de realidade virtual, estas equipes conseguem desenhar as estratégias certas para alcançar os resultados previstos. Como no caso da Randon Implementos, a utilização da suíte Autodesk permite às equipes de desenvolvimento fazer previsões de layout antes que eles sejam implementados.

 

“Alterações de layouts de fábrica são custosas e consomem muito tempo. Com o uso do Product Design associado ao Kaizen, os times conseguem validar estes layouts ainda no ambiente virtual, antes que sejam implementados na fábrica”, explica Gambirazio. O processo também envolve o convite aos operadores que trabalham nas áreas para que façam avaliações imersivas dos ambientes propostos . A identificação de pontos de melhoria ainda no ambiente virtual ajuda a reduzir o retrabalho e a perda de planejamentos já realizados.

 

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