Primeira e hoje a maior parceira da Autodesk no Brasil, a gaúcha GRAPHO conquistou um lugar de destaque dentro da empresa em nível mundial. Atuante em uma região em destaque na estratégia de expansão da multinacional – a meta dos parceiros da América Latina é manter um rimo de crescimento pelo menos duas vezes maior que a média da corporação – a GRAPHO foi um dos destaques de um evento organizado pela Autodesk em San Francisco em maio de 2011.
Os gaúchos foram um dos cinco canais convidados para participar do Channel Media Summit, junto com parceiros do Canadá, México, Alemanha e Estados Unidos. “Os maiores parceiros deles aqui nos Estados Unidos não tem mais que quatro vezes o nosso tamanho”, revela Luis Sasada, diretor da GRAPHO.
A empresa não abre faturamento, mas em 2010 vendeu 5 mil licenças de softwares de CAD da Autodesk, sendo que cerca de 3,5 mil foram para novos clientes e não apenas upgrades nas contas já existentes. Em um ano de recuperação da crise de 2009, a companhia cresceu 45%, cerca do dobro da média de 24% anuais que mantém desde 1994.
No mesmo período, a Autodesk cresceu 14%, chegando a um faturamento de US$ 1,95 bilhão. A companhia gaúcha tem filiais em São Paulo – onde atende a Voith, a maior base instalada Autodesk do país – Curitiba, Joinville e Caxias do Sul. Hoje, mais da metade dos faturamento vem de clientes da área de manufatura. Para manter o ritmo de crescimento, a empresa aposta em expandir as vendas na área de arquitetura e engenharia, no qual a solução da Autodesk é líder de mercado.
“Montamos um time de vendas separado. A abordagem desse mercado precisa ser diferente”, comenta Sasada.
A estimativa da GRAPHO é que existem 15 mil potenciais compradores desse tipo de solução no Rio Grande do Sul somente. O objetivo de Sasada é convencer pequenos escritórios de arquitetura, que muitas vezes compram uma licença e não fazem atualizações ou mesmo usam softwares piratas, de que licenciamento e subscripção são a melhor opção. “Uma licença Autodesk sai em média por R$ 8 mil. Mas depois as atualizações dentro do subscription saem por R$ 1 mil ao ano”, explica Sasada. “Isso são R$ 80 por mês. É um bom negócio”.
Fonte: Baguete







